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Danilo Ucha | ucha@jornaldocomercio.com.br
Painel Econômico
Notícia da edição impressa do Jornal do Comércio
As hidrovias brasileiras, tanto no Sul quanto no Norte e Centro-Oeste do País, tem grande futuro. Todo mundo sabe disso, mas parece que são os estrangeiros, como sempre, os primeiros a despertar para suas possibilidades. Já está vindo do exterior até dinheiro para seu desenvolvimento. O Toz-ziniFreire Advogados assessorou o AIMCo (Albert Investment Management Corporation), gestor de investimento institucional do Canadá, na assinatura de contrato para aporte financeiro na Hidrovias do Brasil S.A., empresa com foco no desenvolvimento do transporte hidroviário de commodities na América Latina. O acordo, que envolve também a participação do Temasek (fundo soberano de Cingapura) e do P2FIP (fundo para investimento em infraestrutura formado pelo Pátria e pelo Grupo Promon), prevê investimentos no valor total de US$ 220 milhões nos próximos três anos na Hidrovias. Fundado em 2008, o AIMCo investe globalmente em nome de 26 fundos de pensão, de doações (endowment funds) e do governo da província de Alberta, inclusive o Alberta Heritage Savings Trust Fund. Como diz o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários, Wilen Manteli, não adianta investir nos portos marítimos se não houver boas hidrovias para abastecê-los.
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