O Brasil precisa investir cada vez mais em conhecimento, tecnologia e inovação como forma de manter o crescimento e atingir uma competitividade que o firme como uma das maiores economias do planeta. Para a presidente Dilma Rousseff, esse tripé é fundamental para ocupar um espaço que se descortina no mundo, principalmente com a crise na Europa. Para ela, o momento é delicado e exige cautela nos investimentos, mas são bastante amplas as possibilidades de crescimento.
O Brasil está num bom momento interno, equilibrado financeiramente e com níveis de empregos que podem ser considerados positivos, principalmente no cotejo com outros países. A taxa nacional de desemprego, de 5,8%, por exemplo, é muito baixa se comparada com a da Espanha, que é de 45% entre os mais jovens, com média geral de 22%. Há alguns anos, dizer que o país teria sua mão de obra em melhor situação de aproveitamento do que a desse país da Península Ibérica poderia ser considerado despautério.
Para continuar avançando, a presidente defendeu que é preciso continuar mantendo o ciclo da produção e do consumo, melhorar os serviços públicos, realizar parcerias qualitativas com o setor privado e investir firmemente em inovação. Somente dispondo de tecnologia de ponta poderemos aspirar a ter um Produto Interno Bruto (PIB) que insira o Brasil entre as nações realmente desenvolvidas em todos os quesitos. Afinal, não é aceitável que possamos ter a quinta economia do mundo e estejamos em péssimas colocações em rankings que medem o desenvolvimento humano, a educação, o acesso à saúde e ao saneamento e as taxas de mortalidade infantil.
As empresas brasileiras, tanto as privadas como as estatais, estão em processo de expansão. A geração de emprego e de renda é fundamental para o bem-estar de todos, mas isso só será viabilizado se nossa infraestrutura e parques industriais forem constantemente modernizados.
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