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Notícias - Detalhes sobre essa notícia
Título: Índice de liberdade cresce
Autor: Publicado no jornal Correio do Povo
Data: 18/04/2012
Link: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=201&Caderno=0&Noticia=413560
Notícia:
O Brasil subiu 14 posições e passa a ocupar o 99 lugar no índice de Liberdade Econômica 2012, que classificou 184 países em dez categorias de performance econômica, tomando como referência dados de 2011. Os critérios foram focados na eficiência regulatória e na criação de um ambiente empresarial em favor do mercado.

O país, que em 2011 era o 113 entre as demais nações, subiu 1,6 ponto, contabilizando 57,9 pontos, o que o aproxima da média mundial (59,5). "O Brasil avançou na independência do Judiciário. Os outros itens permaneceram estáveis", destacou o presidente do Instituto Liberdade, Henri Siegert Chazan, que divulgou os dados ontem no último dia de debates do 25 Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, que teve como tema "2037: que Brasil será o seu?".

Hong Kong é o primeiro no ranking, seguido de Cingapura, Austrália e Nova Zelândia. "Esse índice não é social", disse a pesquisadora do Instituto Liberdade, Margaret Tse. Para que o país melhore nos itens analisados, Chazan avalia que uma das medidas deva ser a diminuição da carga tributária. Além disso, a corrupção é um entrave. "Estamos amortizados em relação à corrupção. O dinheiro acaba saindo pelo ralo", disse.

O índice também mostra que a liberdade econômica global declinou em relação ao excesso de regulamentação pública. Isso significa que, de 2011 para 2012, a tensão entre o controle governamental e o livre mercado cresceu ao redor do mundo, em especial, nos países desenvolvidos.

A média global do escore em liberdade econômica no índice deste ano é de 59,5, uma diminuição de 0,2 ponto em relação ao ano passado. Os dados foram publicados originalmente pela Heritage Foundation e o Wall Street Journal, e depois traduzidos pelo Instituto Liberdade.

Na ocasião, também foi divulgado o Índice Internacional de Direitos de Propriedade (IIDP) 2012, que traz o Brasil na 62 posição entre os 130 países pesquisados, com escore de 5,4, de um total de 10.

Comparado com os países da América Latina, o Brasil fica em 6 lugar. A primeira colocação, por região, é do Chile. Já na lista geral, a Finlândia fica no topo, com 8,6. "No Brasil, parte da sociedade não tem direito à propriedade, mas nos países árabes, por exemplo, a situação é ainda mais difícil", acrescentou Chazan, lembrando os conflitos da Primavera Árabe. Sobre esse item, ele comentou que a notícia de nacionalização de petroleira espanhola pela Argentina fere os direitos de propriedade. "Certamente, a Argentina perderá pontos na avaliação do próximo ano", observou.
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