Bom Dia - 06:36:32 - Quarta-Feira, 23 de Abril de 2014
 

| Home | Fale Conosco | Biblioteca Online | Organizações Parceiras | Publicações Acadêmicas | Loja Virtual |
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Energia e Ambiente - Detalhes sobre essa informação
Título: Maior geração de energia eólica atrai fábricas de equipamento para o Rio Grande do Sul
Autor: Erik Farina para o jornal Zero Hora
Data: 05/04/2012
Link: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/04/maior-geracao-de-energia-eolica-atrai-fabricas-de-equipamento-para-o-rio-grande-do-sul-3717469.html
Artigo:
No dia em que mais um parque eólico é inaugurado no Rio Grande do Sul – a EDP marca a estreia de seus 70 megawatts em Tramandaí –, o Estado renova a esperança para atrair uma fábrica de aerogeradores (equipamentos que transformam vento em energia elétrica) ainda neste ano.

Com a perspectiva de gerar 1,5 mil megawatts (MW) até 2016, o Rio Grande do Sul negocia com duas fabricantes estrangeiras.

O investimento esperado de cada uma varia de R$ 50 milhões a R$ 200 milhões. Na Secretaria de Desenvolvimento e Promoção de Investimentos, as negociações são consideradas difíceis, mas há confiança de que até o final do ano ao menos um investimento possa ser confirmado.

— Há negociações bem encaminhadas e, se uma dessas empresas confirmar investimento, já será uma vitória — afirma Junico Antunes, secretário adjunto da secretaria.

Embora o governo não confirme o nome das empresas, o setor aponta como alvo a argentina Impsa e a espanhola Gamesa, que já têm contratos de fornecimento com consórcios que erguerão parques eólicos no Estado.

Fator determinante para tentar atrair as empresas, o avanço gaúcho nos leilões de energia tem pesado a favor do Estado nas negociações. O Rio Grande do Sul receberá novos parques nos próximos anos.

A Impsa tem uma fábrica em Pernambuco que produz cerca de 400 máquinas anuais. A empresa soma 530 MW em turbinas instaladas no Ceará e em Santa Catarina. A Gamesa inaugurou no ano passado uma fábrica em Camaçari, na Bahia. A unidade vai produzir 150 motores por ano, capazes de gerar 300 MW no total.

Política industrial agradou ao setor

Atentas aos negócios, empresas gaúchas traçam parcerias com empreendedores nacionais e internacionais. Ricardo Rosito, diretor da Renobrax, negocia com duas empresas a instalação de uma fábrica de torres no Estado. O anúncio pode ocorrer nos próximos meses.

— O plano de estímulos que o Estado anunciou na semana passada agradou ao setor — afirma Rosito, que também é presidente do Sindicato da Energia Eólica no Rio Grande do Sul.

"A primeira região é o Nordeste"

Steve Sawyer, secretário-geral do Conselho Global de Energia Eólica, entidade com sede na Bélgica, esteve na quarta-feira no Estado para conhecer a geração de energia a partir dos ventos. Confira os principais trechos da entrevista a ZH.

Zero Hora – O Estado tem potencial para se tornar um importante polo eólico?

Steve Sawyer – Aqui há um bom poder de geração de energia, boa infraestrutura e um ambiente de negócios positivo.

ZH – Fabricantes mundiais conhecem esse potencial?

Sawyer – Quando se fala em energia eólica no Brasil, a primeira região que vem à cabeça é o Nordeste. Mas aqui (no Sul) há um potencial que deve ser visto.

ZH – O que o Estado precisa para receber mais investimentos?

Sawyer – É importante que haja mais divulgação no mundo. O potencial precisa ser mostrado.
© 2010 INSTITUTO LIBERDADE
Av. Ipiranga 6681 – Prédio 96B, Conj. 107 - Tecnopuc - CEP 90619-900 - Porto Alegre, RS, Brasil
55 51 3384-7158 55 51 3384-6893
| Desenvolvido por SUPORTA Web |
Perfil do IL no Facebook Siga o IL no Twitter Comunidade do IL no Orkut