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Abaixo as informações referentes ao Livro selecionado. Dúvidas entre em contato com o Instituto Liberdade.
Nome: A sociedade de confiança: enaios sobre as origens e a natureza do deenvolvimento
Autor: Alain Peyrefitte
Situação: Disponível
Categoria: Economia e Teoria Econômica/Economics
Editora: Rio de Janeiro, Topbooks, 1999c
Classificação: 330.34
Cutter: P515a
Volume:
ISBN: 85-86020-93-1
Exemplar:
Idioma: Português
Sinopse:
Em La société de confiance, o pensador francês coroou seu trabalho monumental com um estudo histórico e sociológico exaustivo da ética de livre iniciativa e incentivos ao setor privado da economia, suscetíveis de assegurarem o progresso. Renovando assim com o inquérito que, pela primeira vez, Adam Smith empreendeu no sentido de descobrir “as causas da riqueza das nações”, Peyrefitte acentua o paralelismo entre o que chama a “divergência” religiosa entre os latinos, autoritários, patrimonialistas e desconfiados - e os holandeses e anglo-saxões, mais liberais, mais tolerantes, mais livres e nutrindo maior confiança nos méritos de um mercado – divergência que explica o ritmo diverso de crescimento e progresso das respectivas sociedades. Esse desenvolvimento tem sido sustentado, de um lado, para condições culturais de “confiança” dos cidadãos uns nos outros; e na capacidade do Estado de Direito de fazer cumprir o princípio pacta sunt servanda, ou seja: os contratos devem ser respeitados e a honestidade é pressuposto de toda transação comercial. A divergência no desenvolvimento se foi acentuando a partir da contra-reforma. Peyrefitte compara, por exemplo, o take-off inglês com o declínio espanhol nos séculos XVIII e XIX. Chegando a nossos dias, verifica como a mentalidade desconfiada, o pressuposto generalizado em nosso meio de que todo mundo é desonesto e sem-vergonha até prova em contrário, os governos intervencionistas e tacanhos, a resistência entranhada a qualquer inovação e o conservadorismo inquisitorial da Igreja, cooperam para erguer barreiras e impasses a qualquer oportunidade de avanço nos países obedientes à ética reacionária de fechamento, intervencionismo governamental e regulamentação.
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