| Sinopse: |
A modernidade já foi identificada como um mal pela análise reacionária, denunciadora de uma “crise do mundo moderno”. O remédio apontado seria um retorno: uma restauratio de valores perdidos. A atitude alternativa, a revolucionária, tem se apresentado como um projeto de eliminar completamente os desvios do passado e instaurar um mundo de acordo com a justiça e a verdade.
Neste ensaio, o Autor considera a emergência da Modernidade do ponto de vista “do homem que tateia”, rejeitando tanto o essencialismo cultural explícito dos reacionários quanto ao essencialismo implícito dos revolucionários, os quais efetivamente procuram a restauração através de uma pretensa revolução.
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